Cinofilia
brasileira sem medo começa a adotar microchip em cães
(fonte: http://www.fecesp.com.br)
No
Brasil, Keneis e Federações começam a adotar a
identificação eletrônica (MICROCHIP) e o cadastro
no SIRA, entendendo as vantagens do sistema utilizado em vários
Países onde há dirigentes sérios e preocupados
em oferecer a melhoria da Cinofilia ao invés de se preocuparem
somente em aumentar suas finanças, começam a solicitar
que os animais sejam identificados com microchip e cadastrados no SIRA.
Veja o exemplo de São Paulo:
A
FECESP (Federação de Cinofilia do Estado de São
Paulo) emite normativa para tornar obrigatório o uso de Microchip
em cães.
TERMO DE IMPLANTAÇÃO DE MICROCHIP:
PRAZOS DE IMPLANTAÇÃO OBRIGATÓRIA:
Até 1 de janeiro de 2005, para todos os cães premiados
com os títulos de jovem campeão, campeão, grande
campeão, campeão internacional, campeão panamericano
e grande vencedor nacional.
Até
1 de janeiro de 2005, para todos os cães destinados a exposições
e reprodução.
Até
1 de janeiro de 2005, para todos os cães nascidos no Estado de
São Paulo que terão ainda prazo adicional após
o nascimento de 8 meses para agregar o pedigree ao microchip apresentando
o Cadastramento Obrigatório no Banco de Dados.
O
Pedigree será emitido automaticamente pela internet, sendo necessário
o clube efetuar o cadastro do animal no banco de dados, como também
cadastrar o proprietário, criadores e veterinários.
Juntamente
com o pedigree, o proprietário do animal receberá o texto
da normativa que estabeleceu as regras oficiais do cadastramento no
banco de dados e aplicação do microchip, devendo assinar
uma declaração de que recebeu tal informação
e que está ciente da nova normativa. Quando da retirada do pedigree
pelo criador, este deverá tomar ciência assumindo compromisso
de notificar ao comprador / futuro proprietário.
Os
clubes receberão login e senha de acesso para efetuar o acesso
ao banco de dados oficial da FECESP e emissão de Pedigree. Todos
os outros bancos de dados não serão considerados válidos
pela FECESP.
Padrão
do Microchip, etiquetas, embalagem e formulário para cadastro:
O Microchip a ser implantado nos animais deverá estar de acordo
com as normas internacionais ISO11784, ISO11785, possuir tamanho de
12x2mm, comprovar possuir camada de substância ou produto antimigratório
e deverá ser embalado separadamente, acompanhado de 6 (seis)
etiquetas de tamanho 24,5x63,5mm em cada embalagem contendo os 15 números
do microchip e um código de barras padrão Code39 também
referente a numeração do Microchip, e poderá ser
adquirido de qualquer fornecedor no Brasil que esteja dentro das normas.
O registro deverá ser efetuado exclusivamente no banco de dados
oficial. Além disto, ao comprar microchip deverá ser solicitado
ao fornecedor o envio do formulário para cadastro, o qual deverá
solicita-lo através do e-mail tecnologia@rastrear.net
Microchip,
formulário e etiquetas fora do padrão não serão
aceitos.
TEXTO
RETIRADO DO SITE DA FECESP
Dentre
várias empresas fornecedora da tecnologia, a Partners and Quality
Technology foi selecionada por unanimidade pela comissão de implantação
de Microchip da FECESP através de um rigoroso processo de escolha,
para fornecer Microchip, aplicador e leitoras, prestar apoio e suporte
técnico para o uso da tecnologia, assim como para fazer as cobranças
cabíveis, o gerenciamento e a manutenção no banco
de dados e no site da FECESP na internet.
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Respostas
a alguns possíveis questionamentos:
1)
Por que a FECESP selecionou e adotou a tecnologia da PARTNERS?
R: Dentre todas as empresas do segmento que participaram do processo
de escolha, a PARTNERS foi a que ofereceu a solução adequada
às necessidades da FECESP, tendo inclusive concordado com que
outras empresas fornecedoras de microchip também pudessem estar
presentes no mercado. Além disto, a Partners disponibiliza Microchip
de alta tecnologia totalmente dentro das normas internacionais e com
produto antimigratório comprovado.
2)
O que é transponder (Microchip)? Como ele é? Quais suas
características principais?
R: Conhecido popularmente como Microchip, é um micro-circuito
eletrônico constituído de um código exclusivo e
inalterável, encapsulado em biovidro cirúrgico e, no caso
do Microchip Partners, revestido de substância biocompatível
antimigratória para uso em animais.
3)
Por que adotar microchip para identificação dos animais?
R: O microchip é um método de identificação
seguro, inviolável e permanente que garante a identificação
do animal, além de facilitar o trabalho do criador evitando confusões
entre ninhadas, facilitar a vida do veterinário podendo ter acesso
aos dados do animal na internet, facilitar o resgate do cão caso
ele se perca ou seja roubado entre outras centenas de vantagens. O microchip
serve como um atestado de que um determinado cão seja mesmo o
cão em questão. Em vários Países é
obrigatório o uso deste método para identificar todos
os animais de estimação/companhia. É uma tendência
natural que só traz benefícios ao segmento e à
população em geral.
4)
Qual o tamanho ideal do microchip para uso em cães?
R: O menor deles é do tamanho aproximado de um grão de
arroz, medindo 12mm x 2mm. Não há, até o momento,
microchip menor de 12x2mm aprovado para uso em animais.
5)
Qual é a durabilidade do microchip?
R: O microchip não possui bateria e fica inativo a maior parte
do tempo, sendo energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela
leitora. Após a aplicação, permanece com o animal
por toda sua vida. Fornece seu número exclusivo toda vez que
for "scaneado" pela leitora, enviando seu código que
é mostrado no visor desta, sendo possível o envio da informação
para um computador. Como o microchip não contém bateria,
não há nada para se desgastar. Sua durabilidade é
o tempo em que o biovidro demora em se decompor, ou seja, mais de 100
anos.
6)
Por que usar somente microchip e leitoras dentro das normas internacionais
ISO11784 e ISO11785?
R: Estas normas internacionais foram desenvolvidas para regulamentar
o uso de microchip em animais, determinando o tipo, controlando a numeração
exclusiva do microchip e para possibilitar que o animal seja identificado
em qualquer lugar do mundo através da leitura do microchip por
qualquer leitora dentro das normas.
7)
Como é feita a aplicação do microchip no animal?
R: Seu pequeno tamanho e forma permitem que sejam injetados no animal
com uma seringa especial parecido aos aplicadores de vacinas, sendo
a aplicação indolor. Resumidamente, os passos para implantação
são os seguintes: 1. Scaneie o animal para checar se não
há nenhum microchip já implantado; 2. Scaneie o microchip
para verificar se o número está correto; 3. O microchip
deve ser aplicado no dorso entre as escápulas; 4. Use a mão
para sentir o local da implantação; 5. Desinfete a pele
no local de implantação usando algodão saturado
em álcool; 6. Com uma das mãos, levante a pele do animal
no local da implantação; 7. Insira a agulha a um anglo
de 45°C com o êmbolo da seringa para cima; 8. Rapidamente,
empurre até o final o êmbolo da seringa e retire a agulha;
9. Scaneie a área para assegurar que o microchip pode ser lido.
8)
Quem poderá fazer a aplicação do Microchip?
R: A aplicação do microchip deve ser feita exclusivamente
por Médico Veterinário devidamente credenciado pelo clube
cinófilo correspondente, que poderá a seu critério
cadastrar mais profissionais.
9)
A aplicação de microchip fere o animal?
R: Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro
um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais
reagem da MESMA maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é
completamente biocompatível e inofensivo à saúde
do animal.
10)
O animal deve ser sedado para receber o microchip?
R: Não! Injetar microchip é um procedimento igual a aplicação
de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é
requerido e não é recomendado.
11)
É possível que o animal seja alérgico ao microchip?
R: O microchip é inerte, liso e biocompativel. Não há
virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico
ou de rejeição do microchip após corretamente injetado
no animal.
12)
O microchip pode mover-se dentro do corpo do animal?
R: Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto
de camada antimigratória, uma pequena camada de tecido conexivo
se forma em torno do microchip, impedindo a migração do
mesmo.
13)
Qual é a melhor idade para aplicar o microchip em cães?
R: A aplicação pode ser feita já no 10º dia
de vida, mas em regra geral é aplicado juntamente com a terceira
dose da vacina Múltipla, ou seja, aos 3 meses de idade.
14)
É possível cadastrar no banco de dados da cinofilia oficial,
animais que já possuem microchip? É permitida a entrada
no sistema de animais que nasceram antes da data da obrigatoriedade?
R: Sim. Não só é permitido como é recomendado.
Qualquer animal com registro oficial pode entrar no cadastro e ser identificado
com microchip.
15)
Onde é possível encontrar mais informações
sobre a tecnologia?
R: Em vários sites na internet é possível encontrar
informações interessantes sobre a tecnologia e seu uso
no Brasil e no mundo. Basta entrar em algum site de busca e procurar
por “microchip animal”, por exemplo. Também é
possível sanar dúvidas, tanto em relação
à tecnologia como da obrigatoriedade em cães no Brasil
visitando o site da FECESP (www.fecesp.com.br) ou da Partners (www.partners.inf.br),
onde inclusive há vários arquivos para downloads. A FECESP
e a PARTNERS agradecem a colaboração de todos os envolvidos
no segmento.
Saiba
mais visitando o site da FECESP